20.01.2026 · 11:55 · Vereador Maicon Nogueira

A um mês do fim do prazo determinado pela Justiça para que a Prefeitura de Campo Grande inicie o processo de intervenção no Consórcio Guaicurus, concessionária responsável pelo transporte coletivo da Capital, a cobrança por providências concretas segue intensa. A data-limite para o cumprimento da decisão judicial é 19 de fevereiro, considerando os efeitos do recesso forense e da suspensão dos prazos processuais.

A decisão proferida pelo juiz Eduardo Lacerda Trevisan, da 2ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos, adotou o relatório produzido por Maicon durante a CPI do Transporte Coletivo como uma das motivações para a intervenção.
O tema ganhou força e repercussão a partir da atuação do vereador Maicon Nogueira, que colocou o transporte coletivo no centro do debate ao liderar uma mobilização popular por mudanças no sistema. O parlamentar foi o criador da petição online que já ultrapassou 10 mil assinaturas, exigindo a intervenção no consórcio diante das falhas recorrentes do serviço prestado à população.

Além da mobilização digital, Maicon Nogueira intensificou a fiscalização presencial, realizando visitas aos terminais de ônibus de Campo Grande. As idas aos terminais permitiram ouvir diretamente os usuários, registrar reclamações sobre atrasos, superlotação, sucateamento da frota e falta de acessibilidade, além de reunir informações que reforçaram a necessidade de medidas mais rígidas contra a concessionária.

“Esse prazo de um mês é decisivo. A população não aguenta mais esperar enquanto enfrenta um transporte caro e de baixa qualidade. A intervenção não é um capricho político, é uma resposta necessária a um serviço que falhou”, afirmou o vereador.

Embora exista a possibilidade de o município recorrer da decisão ou solicitar a ampliação do prazo, Maicon Nogueira defende que o momento exige ação imediata. Para ele, a decisão judicial reflete uma cobrança que já vinha das ruas e dos usuários do sistema.

O vereador reforça que seguirá acompanhando de perto o cumprimento da determinação da Justiça e mantendo a pressão para que a intervenção saia do papel. “Vamos continuar fiscalizando, ouvindo a população e cobrando transparência. O transporte coletivo precisa ser tratado com seriedade e respeito”, concluiu.

Assessoria de Imprensa do Vereador

CMCG